quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Coletivo AfroCaeté realiza domingo afrocultural

Nesse domingo(15.11) às 14h, o Coletivo AfroCaeté realizará um ensaio aberto para comemorar o mês da consciência negra em sua sede (Rua Barão de Jaraguá, 381, Jaraguá, Maceió). Também terá roda de capoeira (Grupo Abadá Capoeira), a apresentação dos batuqueiros mirins do Afro Afoxé, Afoxé Oju Omim Omorewá, Bloco Maracutaia e Segura o Coco. Entrada gratuita! 



terça-feira, 10 de novembro de 2015

Bandas afros alagoanas

Durante a década de 1990, elas eram uma sensação em Alagoas! Todo mundo queria participar, imitar e prestigiar as bandas afros inspiradas nos grupos afrobaianos.

Esses grupos se espalharam em vários bairros da capital alagoana: a pioneira foi a banda afro Mandela (Jatiúca), Zumbi (Jacintinho), Afoxé (Trapiche), Tambores do Trapiche (Trapiche), Timbatuque (Trapiche), Ilê Axé (Feitosa), Axé Zumbi (Vergel), Civilização Negra (Vergel), e ainda, foram criadas a banda Afrolozzi (Associação Pestalozzi de Maceió) e a banda afro Meninos da Praça, um projeto de inclusão social integrado ao Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua. Também foram promovidas várias oficinas de percussão, dança afro e expressão corporal em União dos Palmares, Viçosa e Pilar, que desencadearam a criação das bandas: Afro Revolução, Afro Dandara, Afro Zumba, Afro Gurgumba, dentre outras.

Todas, utilizaram as cores da identidade africana (preto, verde, vermelho e amarelo) nos instrumentos e para caracterizar seus figurinos; as canções destacavam a ancestralidade, a negritude, a beleza do nosso povo, história e riquezas culturais. 

O objetivo era cantar, dançar, batucar e espalhar o axé por onde passavam, seja nas festas particulares, shows ou até mesmo arrastões culturais que reuniam centenas de pessoas pelas ruas das periferias. Após a efervescência, boa parte dos grupos suspenderam suas apresentações ou concentraram suas ações no mês da consciência negra.

Há um ano, os tambores voltaram a entoar, os antigos percussionistas se reencontraram para relembrar a fase de ouro e como uma grande brincadeira retomaram os ensaios. A partir de setembro de 2015, as bandas afros Mandela, Zumbi e Afoxé protagonizaram o projeto Juntos & Misturados, um espaço de entretenimento e valorização da cultura alagoana.

Nesses encontros mensais realizados nos seus bairros de origem, puderam contar com a parceria do Centro de Estudos e Pesquisas Afro Alagoano Quilombo (CEPA Quilombo), boi Cobra Negra, grupo de capoeira Filhos de Angola, movimento hip hop, Zona Norte, Coletivo AfroCaeté e o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô/APNs. De acordo com os próprios organizadores, isso foi um fato inédito e ousado, já que no passado a rivalidade criativa impedia a integração e o principal objetivo era superar uma as outras.

No próximo ano, a proposta é fortalecer os grupos e participar das prévias carnavalescas e contribuir nos blocos afros, e quem sabe, as três estarão juntas novamente para celebrar a união, o pertencimento étnico e animar o movimento negro alagoano. Axé!


Fonte: Coluna Axé – 366ª edição – Jornal Tribuna Independente (10 a 16/11/15) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

domingo, 8 de novembro de 2015

Sesc promove Oficina: Capoeira, Dança e Processo Criativo


O Sesc Alagoas, através da Coordenação Artístico Cultural (CARC), realiza nos dias 13, 20 e 27/11 a oficina “Capoeira, Dança e Processo Criativo”, com os professores Jailton Oliveira e Denis Angola, na Sala multieventos da Unidade Sesc Poço.

Serão ofertadas 10 vagas e as inscrições devem ser feitas através do e-mail: denisangola@gmail.com

Sobre a Oficina
Um espaço de pesquisa para articular dança em processo é a Capoeira. Na oficina serão abordados alguns elementos do jogo da capoeira, são a “Ginga”, a “Chamada”, que é um fragmento do jogo da capoeira angola, assim como o “Jogo de Dentro”.

Também será investigada a parte corporal, a partir da improvisação de contato, elemento que influencia o corpo a produzir diálogos em composições e que será forte referência para o processo criativo proposto na oficina.

Serviço:
Oficina: Capoeira, Dança e Processo Criativo
Local: Unidade Sesc Poço
Data: 13, 20 e 27/11/2015
Informações: 3326-3133


Fonte: Ascom/Sesc-AL

sábado, 7 de novembro de 2015

Cepec realiza oficina de elaboração de projetos sociais

No período de 9 a 12 de novembro, o Centro de Educação Popular e Cidadania (Cepec) realizará a oficina de Elaboração de Projetos Sociais e Captação de Recursos. Será  no Instituto de Ensino de Alagoas – ITEAL (Rua Paraguassú, 244, Farol, por trás da Igreja dos Capuchinhos em Maceió)das 14 às 18h.

A atividade tem como objetivo capacitar profissionais de instituições do terceiro setor, empreendedores e gestores sociais, assistentes sociais, lideranças comunitárias, psicólogos, religiosos e outros profissionais que desejem escrever projetos.

A programação será dividida em cinco etapas, confira abaixo:

1º Momento:
- Introdução ao Projeto Social
- Diferenças entre Projetos Sociais e Projetos Empresariais.
- Passos metodológicos para elaboração de projetos sociais.
- Conceitos de Projeto Social
- Conceitos de Gestão Social
- O Gestor
- Ciclo de Vida de Projetos Sociais

2º Momento:
- Definição das necessidades, problemas e carências
- Análise de viabilidade – seleção de alternativas
- Metas e objetivos do projeto
- Escopo do projeto

3º Momento:
- Detalhamento dos recursos
- Cronograma
- Orçamento
- Riscos do projeto
- Elaboração da proposta do projeto – roteiro

4º Momento:
- Exercício Prática de Elaboração de projetos Sociais

5º Momento:
- Detalhamento do Projeto
- Estruturação
- Execução
- Encerramento do projeto
- Captação e Fontes de Recursos
- A visão do financiador
- Pesquisa sobre os principais fundos financiadores


A inscrição custa R$100 e dar direito a certificação.

Mais informações: cepec_al@yahoo.com.br  / (82) 98885-2096 / 99304-0351.


Fonte: CEPEC

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Saurê Palmares: inscrições abertas para atrações culturais


Estão abertas as inscrições para grupos culturais e artísticos, oficineiros e expositores interessados em participar do Saurê Palmares 2015. A proposta de participação deve ser apresentada até o dia 10 de novembro em formulário padrão disponível na sede da Fundação Municipal de Ação Cultural (Fmac), na Avenida da Paz, 900, Jaraguá, entre 8h e 14h.

Para se inscrever, o proponente vai informar dados básicos do grupo e de seu representante, bem como oferecer informações sobre o espetáculo ou ação proposta, como histórico, número de componentes, release, fotos e sugestão de cachê para a apresentação.

A seleção contemplará iniciativas voltadas para produção de objetos artesanais e comidas típicas, rodas de capoeira, oficinas de indumentária, penteados e beleza afro, além de apresentações artístico-culturais diversas, como danças, folguedos, música e teatro.

Sobre o Saurê

O Saurê Palmares chega a sua terceira edição e mais uma vez celebra a cultura afro-brasileira no mês da Consciência Negra. Este ano, a programação integra o calendário oficial em comemoração pelos 200 Anos de Maceió e acontecerá durante os dias 18 e 19 de novembro.

Em 2015, o projeto Saurê Palmares volta a agregar às suas atividades o exitoso projeto Giro dos Folguedos, que no mês da Consciência Negra contempla apenas grupos culturais de matriz africana e percorre uma rota de apresentações especial, a Rota do Saurê.

Para isso, a Fundação conta com o apoio do Ministério da Cultura (MinC), por meio do convênio nº 817572/2015, que prevê um investimento de R$ 201 mil para 100 apresentações de grupos de cultura popular, dentro da programação do projeto Giro dos Folguedos até dezembro de 2015. O convênio é fruto de emenda do senador Benedito de Lira (PP).

Fonte: Ascom/FMAC

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Afoxé Povo de Exu lança vídeo clipe


O Afoxé Povo de Exu convida a imprensa alagoana para a divulgação do seu segundo vídeo clipe produzido pela Panan Films. O almoço de lançamento acontecerá no domingo (08.11) às 14h, na sede do grupo localizado na Rua do Xangô nº 118 – Loteamento Bela Vista 2, Benedito Bentes 2, em Maceió. Será uma tarde agradável com apresentações culturais e muito axé. 

Contatos: (82) 98866-7196 / 98866-5678.


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Sobre o grupo:
O Afoxé Povo de Exu se apresenta com uma linguagem de revolução cultural introduzindo a dança, a música e as culturas populares do povo de terreiro para os palcos e ruas maceioenses de forma ousada, legitimamente alagoana. Também traz como foco desmistificar o preconceito, a intolerância racial, religiosa e ainda mais: espalhar a alegria do orixá Exu em suas danças, batuques, cantos, e santos. Trajetória: Em meados de 2013, o Afoxé Povo De Exu começou suas atividades com as oficinas de percussão no Ilê Axé Legionirê; casa religiosa de matriz africana que fica em uma das maiores periferias de Maceió, o Benedito Bentes. As primeiras oficinas tiveram tanto êxito que em pouco tempo o afoxé já estava pronto pra ir às ruas com uma percussão originalmente afro, vinda dos tambores sagrados dos terreiros bantus. O repertório do grupo é formado por músicas tradicionais e por músicas próprias, compostas, em sua maioria, pela artista Luana Costa Obá Orun Aràn, filha do terreiro, e moradora da comunidade. O Afoxé Povo de Exu também oferece aulas de percussão voltadas à comunidade de forma gratuita, agrupadora, e são ministradas pela monitora de percussão, cantora, e compositora do grupo Luana Costa Obá Orun Aràn. O nosso corpo de dança tem é formado pela dançarina, coreógrafa, educadora popular e especialista em dança afro Leide Serafim. Nossos ensaios acontecem as terças e quintas a partir das 18h em nossa sede, e o nosso grupo está aberto a todos os que estiverem abertos a celebrações. O grupo possui em média 35 componentes, duas músicas gravadas, um clipe lançado pela Panan Filmes, e várias apresentações em sua bagagem. No momento, o grupo está em processo de gravação do segundo vídeo clipe. A produção audiovisual dá cor e imagem à música Povo de Exu que é a música carro chefe do grupo.


Fonte: Divulgação
(Foto: Jéssica Conceição / Texto: Luana Costa Obá Orun Aràn)

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Bandas afros realizam o evento Juntos & Misturados nesse domingo


Consciência negra x racismo

Novembro chegou e com ele o mês da consciência negra. O período faz alusão ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, foi instituído oficialmente pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011.

Em julho desse ano, a Comissão de Cultura da Câmara Federal aprovou o projeto de lei 296/2015 que transforma a data em feriado em todo o País. A relatora na comissão, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) defendeu a aprovação da proposta, e agora, é aguardado o parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). A data faz referência à morte de Zumbi em 1695, o então líder do Quilombo dos Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na região Nordeste do Brasil.

Trata-se de um momento estratégico para enaltecer a história e cultura afro-brasileira; exaltar o trabalho sociocultural desenvolvido pelos grupos afros e instituições do Movimento Social Negro; e principalmente despertar a reflexão sobre a realidade da população negra e dar visibilidade aos casos de racismo, injúria e intolerância religiosa. A prática desrespeitosa e criminosa é cotidiana, ocorre em diversos locais e atinge todo tipo de pessoa independente de classe social, gênero, idade e crença.

Na internet, os covardes destilam o seu veneno por meio de ofensas e piadas, para humilhar e intimidar de todas as formas. Infelizmente, os casos são recorrentes apesar das investigações, e ganham repercussão quando atingem artistas, jogadores de futebol e personalidades. Enquanto isso, cidadãos comuns tem sua autoestima destruída e muitas vezes não sabem como agir e se defender.

Diante da grande incidência dos crimes na internet, o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos encomendou a criação do “Monitor de Direitos Humanos”, é como ficou denominado o aplicativo criado pelo Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). O aplicativo foi lançado nesse mês, busca monitorar as postagens nas redes sociais que reproduzam mensagens de ódio, racismo, intolerância e que promovam a violência. Serão registradas as palavras-chaves em conversas que estimulem violência sexual contra mulheres, racismo e discriminação contra negros, índios, imigrantes, gays, lésbicas, travestis e transexuais. A medida permitirá que usuários sejam identificados e denunciados; e os dados ficarão disponíveis online.

Essa é mais uma importante iniciativa que fortalece a efetividade da Lei nº 7.716 de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. É importante ressaltar que os acusados(as) de injúria racial podem pegar até três anos de prisão, e o racismo considerado pode desencadear pena de até cinco anos. 

Não podemos nos calar! Precisamos nos valorizar, lutar pelos nossos direitos e denunciar sempre!


Fonte: Coluna Axé – 365ª edição – Jornal Tribuna Independente (03 a 09/11/15) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

terça-feira, 3 de novembro de 2015

10º Seminário Negritude e Resistência da Uneal acontece em novembro

Evento terá palestras, atividades culturais e cortejo em Arapiraca 

 
10º Seminário Negritude e Resistência da Uneal acontece em novembro 
Foto: Ascom Uneal (Arquivo) 

 
Carlos Alberto Jr.


Em novembro comemora-se no Brasil o Mês da Consciência Negra. No âmbito da Universidade Estadual de Alagoas, a temática ganhou espaço há exatos 10 anos, com a realização da primeira edição do Seminário Negritude e Resistência. Neste ano, o evento acontecerá entre os dias 16 e 18 próximos, em Arapiraca.

Organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab), o seminário tem como finalidade principal promover o debate e intercâmbio de questões envolvendo as culturas de matriz africana no Brasil e em Alagoas. A iniciativa pioneira tornou-se ao longo desses 10 anos, a mais importante do interior do Estado e uma das mais conceituadas da região Nordeste.

Nesses 10 anos, o Seminário Negritude e Resistência já recebeu verdadeiros ícones da questão negra contemporânea no Brasil, como ministros de Estado e pensadores. O coordenador do Neab/Uneal, professor Clébio Correia de Araújo, pontua que o evento é uma referência para os movimentos sociais negros.

“Temos orgulho de ter aberto espaço para a temática negra dentro e fora da Uneal. Conseguimos dar abertura para religiosos, capoeiristas, quilombolas de Arapiraca e de outras localidades. Antes da realização do seminário, essas questões não eram debatidas na Universidade”, destacou o coordenador.

PROGRAMAÇÃO DIVERSIFICADA
Neste ano, o 10º Seminário Negritude e Resistência terá uma programação diversificada. No dia 18, por exemplo, haverá um cortejo contra a intolerância racial em Arapiraca que irá percorrer ruas centrais da cidade, com saída da Feira de Artesanato Margarida Gonçalves, no Parque Ceci Cunha.

Na abertura que acontecerá no Auditório Dona Bezinha, em Arapiraca, a partir das 19 horas, haverá a palestra “Negro, Cultura e Poder”, com o antropólogo social pela Universidade de São Paulo (USP), Jocélio Teles, que atualmente é professor da Universidade Federal da Bahia. O estudioso também é coordenador o Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos da UFBA e edita a revista “Afro-Ásia”.

No dia 17, nos mesmos local e horário, a Doutora em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Djamila Ribeiro fará a palestra “Feminismo Negro e Intolerância Religiosa”. A também blogueira, é a maior referência atual na temática negra no Brasil.

A programação ainda consta das participações da pesquisadora pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Mônica Carvalho, e do estudioso carioca e representante do Movimento de Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Marcelo Monteiro.

Além das palestras, na parte cultural, haverá apresentações de diversos grupos culturais, como o Inaê, no dia 16; Arte Brasil de Capoeira, dia 17 e, encerrando, na última noite, o Afoxé Povo de Exu. 


Fonte: Ascom Uneal

sábado, 31 de outubro de 2015

Pestalozzi de Maceió realiza Mostra Cultural

Evento terá apresentações de balé, dança árabe, jazz, tango e pastoril


A Pestalozzi de Maceió realiza na próxima terça-feira (03), às 18h30, no Teatro Deodoro a Mostra Cultural Pestalozziana com apresentações de balé, tango, jazz, dança árabe, pastoril e encerrando com a animação da banda de percussão Afrolozzi. O evento é um momento interativo e de inclusão social em que os alunos da Pestalozzi e o grupo de idosos Novo Despertar socializam experiências e conquistas.

A presidente da Pestalozzi de Maceió, Tereza Amaral, destacou como de grande importância da prática de atividades culturais no dia-a-dia dos participantes. “Realizando este evento estamos estimulando talentos e integrando as pessoas com deficiência em diferentes meios sociais, isso é cidadania”, ressaltou Tereza.

Além de proporcionar o acesso às atividades artísticas e culturais, as aulas de teatro, dança e música têm o objetivo de desinibir, incentivar as relações de grupo, trabalhar a memória, percepção e o raciocínio lógico. Para o alcance do resultado, os integrantes se reúnem duas vezes por semana, com ensaios que duram uma hora.

A Pestalozzi de Maceió possui duas unidades educacionais com mais de 300 alunos com deficiência em Atendimento Educacional Especializado (AEE), Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e oferece atividades complementares como: coral, capoeira, música, banda de percussão, jazz, balé, tango e teatro.

Serviço:

Mostra Cultural Pestalozziana

Local: Teatro Deodoro

Dia: 03 de novembro de 2015

Horário: 18h30


Fonte: ​Coordenação de Comunicação Social Pestalozzi de Maceió