terça-feira, 15 de novembro de 2016

CENAFRO 2016 – Afroempreendedorismo, Ancestralidade e Empoderamento





Nos dias 16 e 17, no Cine Arte Pajuçara em Maceió, terá a primeira edição do CENAFRO – Afroempreendedorismo, Ancestralidade e Empoderamento.  

O evento reunirá empreendedores de diferentes áreas em uma programação diversificada composta por palestras; apresentações musicais; oficinas de danças afro brasileiras; debate sobre estética negra; teatro, moda e gastronomia. 

Dentre os palestrantes estão: Willian Reis, Coordenador do Grupo Afroreggae (RJ); Marta Duarte consultora do SEBRAE/AL; Tatiana Campelo da Fundação Cultural do Estado da Bahia; além do educador social e coreógrafo Diego Bernardes Ayraiberu. 

É uma realização da Cia. De Teatro e Dança Afro Aiê Orum, em parceria com o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), FCP/Minc, FMAC, Fapeal, Papo Comunicação e Consultoria, Sebrae, Best Western Premier Maceió, Lojas Imperador e Grupo 3 Corações. 

As inscrições são gratuitas, acesse o site: https://doity.com.br/cenafro-2016

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Fórum Mestre Zumba apresenta programação diversificada


Texto de Jacqueline Batista

O Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore (MTB) e o Centro de Belas Artes de Alagoas (Cenarte) sediarão o “IV Fórum Mestre Zumba: Pensamentos afro-ameríndios”, nos dias 14, 16, 17 e 18 de novembro. O evento terá uma programação especial, que vai contar com exposição, performances artísticas, palestras, oficinas e show de samba.

Na segunda, dia 14, o Museu Théo Brandão vai sediar a abertura do evento, às 15h, com a apresentação do Corufal e abertura da exposição “Alegrias alagoanas”, com fotografias da professora Nadir Nóbrega e da fotógrafa Jéssica Conceição.

A exposição também terá figurinos e bonecos de pano. Os figurinos são inspirados na obra de mestre Zumba. As peças resultaram da oficina de pintura realizada na disciplina Figurino Cênico, ministrada pelo professor de Teatro da Ufal, José Acioli. Já os bonecos de pano foram confeccionados em uma oficina realizada no MTB, com a aluna de Dança Licenciatura, Maria José Santos Dias e a professora da Escola Técnica de Artes (ETA), da Ufal, Andréa Cavalcante. A mostra ficará aberta ao público durante toda a programação do fórum.

Na abertura do evento, haverá apresentação de performances artísticas com a participação da Zambak Cia de Dança Tribal, das professoras de Dança Ana Carla Moraes e Nadir Nóbrega, do músico e dançarino Jairon Santos, dos alunos de Dança da Ufal, Denis Angola e Maria José Santos Dias. Os alunos do 1º período do curso de Dança, da Ufal, irão participar com a coreografia “Sou o que sou e digo que sou: Bicha sim e preto também!”. A coreografia “Pixaim” será apresentada por Jonathas Leite, estudante de Dança, da Ufal.

Credenciamento de participantes
Toda a programação da quarta, 16, também vai acontecer no MTB. Das 8h ás 9h, haverá o credenciamento dos participantes, os quais devem fornecer o número do CPF e do CEP à organização do evento para cadastro. Às 9hs, haverá a palestra “Pesquisas em línguas indígenas”, com o professor Aldir de Paula, da Faculdade de Letras (Fale/Ufal). Às 14h10, será iniciada a primeira mesa-redonda, intitulada “Mestre Zumba: uma realidade”, com a participação do professor Edu Passos (Cenarte), Jeamerson dos Santos (ETA/Ufal), Maria José Santos Dias (Dança/Ufal), Júlia Matias e Matheus Henrique da Silva, estudantes de Dança, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Às 16h, a mesa-redonda “Artes e educação étnica racial” vai contar com a participação da geógrafa Jéssica Conceição, da professora Ana Carla Moraes, do professor José Acioli Filho (Teatro/Ufal) e da professora Maria Ignez de Souza (Dança/UFRJ). No dia 17, quinta, às 8h, no auditório do MTB, terá início a mesa-redonda “Pesquisas e pedagogias culturais”, com os professores Jéssika Danielle Pereira (Ufal), Moisés Oliveira (mestrando em Antropologia Social/Ufal), Fabson Calixto, do Instituto de Ciências Sociais (ICS/Ufal), Laís Bernardes (Dança/UFRJ) e com o produtor cultural Cadu Ávila (Secult/AL).

Às 13h30, no auditório do MTB, será realizada a mesa “Saberes de mulheres”, com a professora Francisca Helena Marques, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Alexandra Dumas, professora de Teatro da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Oficinas de danças e fotografia
A partir das 15h30, a programação vai acontecer no Cenarte, com as oficinas de dança “Tradição corporal de matriz africana” (facilitada por Edu Passos) e “Corpos em festa: memória e inovação” (facilitada por Laís Bernardes Monteiro e Matheus Henrique da Silva). Além das aulas de dança, haverá a oficina “Tradição Abayomi” (facilitada por Maria José Santos Dias), que será sobre confecção de bonecas de pano. 

Na sexta, 18, último dia do fórum, a programação começa às 9h, no Cenarte, com as oficinas de dança “Contemporaneidade de matriz africana” (facilitada por Ana Carla Moraes) e “Tessituras poéticas do corpo” (com a equipe do Laboratório de Arte Educação, da UFRJ). 

A programação da tarde e noite de sexta vai acontecer no MTB, a partir das 13h30, com a oficina “Etnografia fotográfica de espetáculo: noções básicas”, facilitada por Jéssica Conceição. O encerramento do evento será às 19h, com a participação da cantora Mel Nascimento, que vai apresentar o show “Um bando de samba”. O grupo de samba de roda Posú Betá irá fazer a aberta do show da cantora.

O “Fórum Mestre Zumba: Pensamentos afro-ameríndios” é um evento anual, iniciado em 2013. De acordo com a coordenadora geral, Nadir Nóbrega, o fórum tem o objetivo de contribuir com a contextualização e a aplicabilidade da lei 11.645/2008, que trata de ensinar as culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas nas escolas públicas e privadas.

O evento é uma realização do curso de Dança Licenciatura/Ufal e do MTB, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o ETA, o curso de Teatro/Ufal, o Ilê Nifé Omi Omo Possú Betá e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal). A programação é gratuita. Os participantes interessados em receber certificado devem se inscrever no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA), por meio deste endereço.

Mais informações pelos telefones 3214-1711 ou 3214-1716.

Confira aqui a programação completa.

ETA UFAL apresenta: Sala de Ensaio

“O Teatro dentro do Teatro/Ode do Fazer Artístico"


Escola Técnica de Artes da UFAL apresenta o Espetáculo “Sala de Ensaio”, de 14 a 18 de Novembro, sempre a partir 19:30h, Sala 11 no Espaço Cultural - Praça Sinimbú, Classificação Etária de 16 anos, sob a Direção Artística de David Farias, os formandos do Curso de Arte Dramática nos convidam ao amor, que ecoa da caixa do peito do elenco, do fazer artístico. Nesse jogo de plano real e plano dramático, Sala de Ensaio é um exercício de catarse, de união, de transformação. Sala de Ensaio é Meta Teatro!

No Espetáculo todas as companhias teatrais são uma só, e o público, o que nos faz (ou nós que o fazemos?!), passa a ser cúmplice daquilo que muitas vezes só vê ao abrir das cortinas. O espetáculo retrata a Cia. dos Hipócrates ensaiando o espetáculo Chão de Estrelas, nos guiando pelas idas e vindas, os que desistimos e os que ainda temos a percorrer. O diretor/autor transcreveu o que observou durante o processo cênico e a partir da dramaturgia dos corpos/mentes dos atores/atrizes, concebeu o texto. Foi através da abordagem somático-performativa que o espetáculo foi estruturado.

Interpretar atores ensaiando, e ao mesmo tempo, estes mesmos atores dando vida às personagens e suas repetições da vida, do teatro, do rito, do mesmo! Somos todos nós representados – “A flor que chamamos rosa, se outro nome tivesse deixaria de ser tão perfumosa?” É nesta alusão a reflexão de Willian Shakespeare, que o espetáculo Sala de Ensaio nos diz: unidos somos mais fortes, independentes! Seja como artistas seja na condição humana.

A ETA através do Curso Técnico em Arte Dramática vem sendo um importante celeiro de fomento artístico e cultural da cena local. Seja através de suas produções ou da promoção de espetáculos, oficinas e palestras de outros grupos do País. Entendendo a relações entre as cadeias produtivas das artes cênicas e demais linguagens.

Ingressos (Limitados) Gratuitos uma hora antes do Espetáculo!

FICHA TÉCNICA:
Texto e Direção: David Farias (a partir da dramaturgia dos atores)
Elenco: Bárbara Lustoza, Bruno Ramires, Dav id Farias, Jéssica Galvão, Cadu Oliveira, Louryne Simões e Maria Arlleide
Música Original: Ábia Marpin e Toni Edson
Preparação Vocal: Geová Amorim
Canto para Cena: Mari da Costa
Técnicas Corporais: Reginaldo Oliveira
Cenografia: Alex Cerqueira e Jeamersom Santos
Figurino: Andréa Almeida e Alex Cerqueira
Maquiagem: Alex Cerqueira
Concepção de Luz: Claudemir Santos
Concepção de Sonoplastia: Brother Sandes e O elenco
Fotos: Carol Kele e Washington da Anunciação
Produção de e Assessoria Comunicação: Keka Rabelo e Cadu Ávila
Alunos Produção Executiva: Maiara Padilha, Ricardo Pereira, Victor Sart, Thamires Iandra, Thatiane Pradines, Viviane Oliveira.

SERVIÇO
ETA UFAL Apresenta: Sala de Ensaio - “O Teatro dentro do Teatro/Ode do Fazer artístico"
DATA: 14 A 18 de Novembro
Hora: 19:30h
LOCAL: Sala 11 Espaço Cultural, Praça Sinimbú – Centro.
Ingressos (Limitados) Gratuitos uma hora antes do Espetáculo!
Informações: 99632 6584/ 9983

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Luiz de Assis é o grande vencedor do Festival Em Cantos de Alagoas

Músico também venceu as categorias de Melhor Intérprete e Melhor Letra

Vencedores e finalistas no palco

Vencedores e finalistas no palcoAscom/Secult
Texto de Daniel Borges
A canção “Sua hora”, de Luiz de Assis, foi a grande vencedora do 1º Festival de Música popular Em Cantos de Alagoas, em premiação realizada na noite do último sábado (05) no Teatro Gustavo Leite, Centro de Convenções de Maceió. Além de melhor canção, o músico também recebeu os prêmios de Melhor Intérprete e Melhor Letra.

Só em participar do Em Cantos, eu já me sentia vitorioso desde o início. Talvez isso tenha atraído esses prêmios. A vitória está na minha música sendo prestigiada e nas pessoas vindo pra curtir o nosso som”, falou o campeão.
 
Luiz de Assis destacou a troca de experiência com outros músicos alagoanos como ponto alto do Festival. “É uma grande felicidade esse encontro com artistas que não conhecia, com canções belíssimas. Não imaginava que iria ganhar, mas conquistei a simpatia da galera. Só tenho a agradecer. Isso é maior que qualquer prêmio material”, disse.

Bem me quero”, de Alana Barros e Deyves e interpretada por Andréa Laís, foi premiada como a segunda melhor música e “Cão Vadio”, de Chico Elpídio e Pablo de Carvalho e Intérprete Lara Melo, como a terceira melhor canção. “Um Forte” de Jan Cláudio foi escolhida pelo público como melhor música pelo do voto popular.

Foi demais. Estou muito feliz. Festival incrível. Conheci muita gente boa, de nível altíssimo, e só de chegar até aqui na final foi uma felicidade imensa. O troféu vai ser guardado com muito carinho”, disse a cantora Lara Melo.

Participar desse festival foi fantástico. Alagoas estava precisando de eventos como esse”, disse Jan Cláudio.

Festival de Música Popular Em Cantos de Alagoas

Foram quatro dias de apresentações do que há de melhor sendo produzido na música em Alagoas. Do samba ao rock independente, 60 artistas alagoanos se apresentaram no palco do Festival com músicas inéditas. O evento lotou o teatro com um público animado e cheio de expectativas.

Além do troféu, as composições vencedoras receberão R$ 6 mil para o 1º lugar, R$ 4 mil para o 2º e R$ 2.500 para o 3º colocado. Também haverá premiação de R$ 1 mil para melhor intérprete, melhor letra e voto popular.

O Festival é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento e Turismo (Sedetur).

Confira a relação dos vencedores:

1º LUGAR – “Sua hora”, de Luiz de Assis
2º LUGAR - “Bem me quero”, de Alana Barros e Deyves
3º LUGAR – “Cão Vadio”, de Chico Elpídio e Pablo de Carvalho
MELHOR INTÉRPRETE - Luiz de Assis com “Sua hora”
VOTO POPULAR - "Um Forte", de Jan Cláudio
MELHOR MÚSICA - "Sua Hora", de Luiz de Assis


Fonte: Ascom/Secult

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Intolerância diária

Nesse domingo(06.11), o grande assunto nas redes sociais e que ficou ecoando nas mentes dos/das estudantes, foi o tema da redação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2016): “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.

O Brasil é um país laico, ou seja, o poder do Estado deve ser oficialmente imparcial em relação às questões religiosas, não apoia nem se opõe a nenhuma religião. E de acordo com a Constituição Federal de 1988 está prevista a liberdade de cultos, no Art. 5º “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”, onde destacamos o inciso VI  “inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

A população brasileira é majoritariamente cristã (87%), sendo sua maior parte católico-romana. Dentre as religiões praticadas em todo território nacional, estão: protestantismo (adventismo, batistas, evangelicalismo, luteranos, metodismo e presbiterianismo); espíritas (ou kardecistas); o animismo (dividindo-se em candomblé, umbanda, esoterismo, santo daime e tradições indígenas); muçulmanos, budistas, judeus e neopagãos; além das pessoas que se declaram sem religião (agnósticos, ateus ou deístas).

No dia 21 de janeiro, é a data utilizada como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa para a realização de ações que promovam a conscientização e denúncias. Porém, infelizmente, os casos de intolerância religiosa acontecem diariamente e tem ganhado proporções assustadoras.

No Brasil, os adeptos das religiões de matrizes africanas são associadas como “feiticeiros” e “demônios”; além de serem as principais vítimas dos insultos contra suas vestimentas, guias e turbantes; são hostilizados nas mídias e em programas de humor; casas de axé são invadidas e objetos destruídos, ou recebem pichações e sujeiras; dentre outros. Também há registros de ameaças à integridade física e até mortes. Em junho de 2015, a população brasileira ficou estarrecida com a notícia que uma menina de 11 anos, praticante do Candomblé no Rio de Janeiro, foi apedrejada na cabeça e insultada por dois homens que portavam uma Bíblia.

A intolerância religiosa e o racismo são as chagas do século XXI, violam os direitos humanos e têm contribuído para a propagação de conflitos armados em todo o mundo, a exemplo, do que ocorre no Oriente Médio e Índia. Religião deveria ser amor, companheirismo e caridade. A verdadeira paz só será possível quando o “Axé!”, a “Aleluia”, o “Namastê” ou qualquer outro tipo de saudação seja livremente pronunciada/escrita, e principalmente, respeitada em todos os ambientes. Assim seja!


Fonte: Coluna Axé – 416ª edição – Jornal Tribuna Independente (08 a 14/11/16) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Cine Misa apresenta filmes em alusão mês da consciência negra

Programação de novembro conta histórias de raízes africanas

Documentário fala sobre Estamira, senhora que sofre de distúrbios mentais e trabalha em um aterro sanitário no Rio de JaneiroDocumentário fala sobre Estamira, senhora que sofre de distúrbios mentais e trabalha em um aterro sanitário no Rio de JaneiroFotos: Divulgação
Texto de Yasmin Assis
Abrindo o mês de novembro, o Cine Misa traz uma programação especial alusiva às comemorações do Dia da Consciência negra. As exibições ocorrem toda quarta-feira, às 12h30, no Museu de Imagem e Som de Alagoas. A entrada é gratuita.

A primeira atração será no dia 9, com o filme Cafundó, dirigido por Paulo Betti e Clovis Bueno. Lançado em 2005, o longa conta a história de uma antiga lenda brasileira, o Preto Velho. Em plena época de escravidão, José de Camargo é um escravo que se viu livre das senzalas e está deslumbrado para viver a vida em liberdade. 


No dia 16, a comédia Ó Paí, Ó, dirigida por Monique Gardenberg, em 2007, será exibido. O filme com Lázaro Ramos, Wagner Moura, Dira Paes acontece em um animado cortiço do centro histórico do Pelourinho, em Salvador, onde tudo é compartilhado pelos seus moradores, especialmente a paixão pelo Carnaval e a antipatia pela síndica do prédio, Dona Joana (Luciana Souza).

O documentário Estamira será apresentado no dia 23. Com direção de Marcos Prado, o filme foi lançado em 2006 e fala sobre a vida de Estamira Gomes de Souza, uma mulher de 63 anos, que sofre de distúrbios mentais e trabalha em um aterro sanitário no Rio de Janeiro. 

O último filme a ser exibido será Madame Satã, uma biografia dirigida por Karim Aïnouz, em 2006. O drama se passa no bairro da Lapa, onde vive João Francisco (Lázaro Ramos), artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. 

Misa
O Museu da Imagem e do Som está localizado na Rua Sá e Albuquerque, 275, no bairro do Jaraguá, em Maceió. O espaço é aberto ao público de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e nos finais de semana e feriados, das 13h às 17h. Visitas guiadas devem ser agendadas com antecedência.

Mais informações pelo telefone: (82) 3315-7882.

Fonte: Ascom/Secult

FMAC convoca grupos culturais para participarem do Saurê Palmares

A Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC) convoca grupos culturais de temática afro-brasileira, para participarem do processo de seleção para o evento Saurê Palmares, que acontece no próximo dia 18 de novembro, em comemoração ao mês da Consciência Negra.  A iniciativa faz parte do projeto Ações Culturais Para a Cidade de Maceió e deve envolver oficinas temáticas, debates e shows. Três associações artísticas devem ser escolhidas para as apresentações artísticas com base na Lei 8.666, que define “contratação por inexibilidade” e terão direito a cachê.

Os interessados devem procurar o setor de Políticas Culturais da Fmac, na sede da fundação, localizada na Avenida da Paz, 900, no bairro de  Jaraguá. Mais informações podem ser obtidas também pelo telefone 3221-2090. Os grupos interessados em participarem da seleção, devem conferir a lista de documentos necessários.

A documentação deve incluir, entre outras solicitações, o currículo do proponente e comprovação de sua atuação através de matérias veiculadas na imprensa (clipagem) e três ou mais comprovantes de cachê emitidos nos últimos 180 dias para apresentações similares já realizadas.

O Saurê Palmares é realizado pela Prefeitura de Maceió, através da Fmac, há quatro anos. Para as comemorações deste ano conta com recursos de emenda parlamentar liberados para o projeto Ações Culturais Para a Cidade de Maceió, em execução desde novembro do ano passado. A edição deste ano deve reunir shows musicais, palestras e oficinas.
Fonte: Ascom/Fmac

domingo, 6 de novembro de 2016

Exposição: Ije Ewa – Raça Beleza


A exposição “Ije Ewa” – Raça Beleza em Yorubá, possui belos registros do fotógrafo Jorge Vieira. 

Ao todo, são 20 fotografias em preto e branco que exaltam a beleza da cor negra na pele humana, por exemplo, nas figuras das modelos Dayane Gomes e Luh Silva (foto)

Eis um grande presente à população alagoana e turistas no mês da consciência negra, aberto ao público de segunda à sexta, das 10h às 18h; nos dias de espetáculos estende-se até o término do show e aos finais de semana, quando houver espetáculos, o Café abre às 13h. 

Entrada gratuita! 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Grota Capoeira

O Grupo Muzenza de Capoeira foi fundado em 5 de maio de 1972, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como seu fundador, Paulo Sérgio da Silva (Mestre Paulão), oriundo do grupo Capoarte de Obaluaê, do Mestre Mintirinha (Luís Américo da Silva).

Possui mais de 15.000 alunos espalhados nos 26 estados brasileiros e em 35 países. Tem como objetivo: “difundir a capoeira como filosofia principal de seu trabalho, seja buscando o desenvolvimento do nível técnico, teórico e didático-pedagógico da capoeira como arte, luta, cultura, profissão e filosofia de vida; procurando resgatar a valorização dos verdadeiros Mestres velhos, como representantes autênticos da manifestação cultural genuinamente brasileira”.

Em Alagoas, o grupo é famoso por organizar as rodas nas ruas do centro comercial e orla da capital para celebrar o Dia Municipal da Capoeira e do Capoeirista (03 de agosto); colaborações em sessões públicas; encontros de formação; o MUZENZUMBI na Serra da Barriga que promove o intercâmbio dos integrantes oriundas de vários estados; o MUZENZAYA - Encontro de Capoeira que possui todas as atividades ministradas por mulheres; além de várias atividades durante o mês da consciência negra (novembro).

De 08 e 13 de novembro, o grupo realizará a 4º Grota Capoeira em Maceió, que conta com a coordenação/direção do Contra Mestre Carlinhos e a supervisão do Mestre Girafa. Terá Roda de Diálogos nos dias 08 e 09, das 19h às 21h, no prédio da Faculdade Ecoar (FAECO), localizado na Avenida Pratagy no Benedito Bentes 1 em Maceió. O tema “Ensino da História e Cultura Afro Brasileira Lei 10.639/03” coordenada por José Carlos Pereira (Carlos Liberdade), Professor de História e Contra Mestre do Grupo Liberdade; e Denivan Costa (Denis Angola), Professor e formado em Licenciatura em Dança.

A programação também será composta por: Oficina de Técnica Vocal com a Cantora Hillane Vasconcelos no dia 10 às 19hs no Centro de Treinamento de Artes Marciais Roberto Omena no Benedito Bentes 1; Parada Cultural no dia 11 às 19hs na Quadra de Esporte da Rua São Paulo Grota da Alegria com Maracatod@s, Banda Afro Dendê, Dragões do Fogo e Roda de Capoeira do Grupo Muzenza; Papoeira sobre Competições de Capoeira (Copa, Torneio, Campeonatos) às 9h30 na Escola Estadual Marcos Antonio no Benedito Bentes 1; O Som do Meu Berimbau no dia 12 às 14h – Caminhada na Rua São Paulo Grota da Alegria; Aulão, Batizado e Troca de Corda no dia 12 a partir das 16h na Quadra de Esporte da Rua São Paulo na Grota da Alegria; e a confraternização de encerramento. Mais informações: (82) 98734-0218. Visite também o site oficial: http://muzenza.com.br.

O evento contribui para valorização da capoeira (patrimônio cultural brasileiro) e ainda promove a inclusão social de crianças e jovens moradores das periferias. Desejamos sucesso e mais etapas em outros municípios. Axé!


Coluna Axé – 415ª edição – Jornal Tribuna Independente (01 a 07/11/16) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com