quinta-feira, 17 de março de 2016

Roda de conversas discute a realidade da mulher no jornalismo alagoano



Para marcar a passagem do Dia Internacional da Mulher – 08 de Março, a Comissão de Mulheres do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal) realizará no próximo sábado, dia 19, no Parque Municipal de Maceió, a partir das 9hs, uma roda de conversas sobre “A mulher no Jornalismo em Alagoas”. A iniciativa tem como objetivo promover a integração entre as jornalistas, e debater sobre a realidade e as dificuldades que a mulher enfrenta no exercício da profissão em Alagoas.

A atividade terá a participação da professora Elvira Barreto, Doutora em Jornalismo e Ciência da Comunicação, que dedicou sua pesquisa à questão de gênero. Além dela, outras facilitadoras serão as jornalistas alagoanas Carla Serqueira e Fátima Almeida. Carla Serqueira atuou durante anos em redação, e hoje trabalha em assessoria de imprensa. Fátima Almeida, além da experiência em redação e assessoria, foi presidenta do Sindjornal em duas gestões e dirigente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

A parceria com o parque municipal tem como objetivo fazer da atividade um momento descontraído, de conversa informal entre mulheres, para que as profissionais sintam-se à vontade para uma troca de experiências e reflexão sobre a forma como as mulheres são tratadas no ambiente do jornalismo atualmente. A roda de conversas tem como público alvo as jornalistas profissionais, mas também será aberta à participação das estudantes de jornalismo.

Coincidentemente, no dia da atividade, o Parque Municipal estará realizando uma aula gratuita de ioga, que será incluída na programação da roda de conversas. A comissão de mulheres do Sindjornal promete iniciar a discussão logo depois da aula. Vai ser um dia diferente na rotina!


Fonte: Sindjornal

Anajô e Pastoral da Negritude realizam debate sobre pertencimento étnico


quarta-feira, 16 de março de 2016

Alagoas: Roda de conversa sobre Doença Falciforme e Racismo


Comenda Selma Bandeira será entregue na próxima sexta-feira

Honraria reconhece o trabalho de pessoas que se destacaram na defesa dos direitos humanos e na luta contra a violência



Para homenagear personalidades que se destacam na defesa dos direitos humanos e em ações que visam o fim da violência, a Câmara Municipal de Maceió vai entregar, nesta sexta-feira (18), a Comenda Deputada Selma Bandeira, instituída pelo Decreto Legislativo nº 183, do dia 02 de abril de 1997.

Mais de dez personalidades serão agraciadas em plenário, cujas indicações foram apresentadas pelos vereadores em sessão ordinária (conforme lista abaixo), apreciadas em plenário, e aprovadas por unanimidade, tendo em vista a relevância dos serviços prestados na capital alagoana.

A comenda a ser entregue, a partir das 9h da próxima sexta-feira, traz o nome da Deputada Estadual Selma Bandeira, falecida em um acidente automobilístico durante a campanha para deputada federal, no dia 7 de setembro de 1986. Selma nasceu em Delmiro Gouveia, no dia 1º de janeiro de 1944.

Médica, Selma Bandeira construiu uma trajetória política que até os dias atuais serve de inspiração. Atuante nos espaços públicos, em linhas gerais, a deputada lutou em defesa dos diretos da mulher e pelo fim das desigualdades econômicas e sociais no país. Em Alagoas, meses antes de falecer, participou da criação do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher.

Confira abaixo a lista dos agraciados e os respectivos vereadores proponentes:

Sylvana Medeiros Torres
Militante da Saúde
Proponente: Heloísa Helena

Maria Lúcia Santos Moreira
Militante na Assistência Social
Proponente: Heloísa Helena

Meire Deise Dias Nascimento
Professora de teatro, atriz, contadora de história, criadora do projeto Leitura em Movimento
Proponente: Silvânio Barbosa

Carmen Lúcia Dantas
Museóloga e escritora
Proponente: Fátima Santiago

Sandra da Silva Lima
Diretora da Escola Municipal Gilvânia Ataíde
Proponente: Silvânio Barbosa

Enaura Quixabeira Rosa e Silva
Professora universitária e escritora
Proponente: Fátima Santiago

Robson Feitosa de Lima
Coordenador da campanha Escolha a Calma
Proponente: Cleber Costa

Clarisse Viviane da Silva Mendonça
Professora da Rede Municipal
Proponente: Guilherme Soares

Sayonara Peixoto dos Santos
Professora da Rede Municipal
Proponente: Guilherme Soares

Adriana Vilela Toledo
Gestora pública
Proponente: Tereza Nelma

Renilda de Albuquerque Nunes
Professora e militante da Educação
Proponente: Guilherme Soares

Vanda Maria Menezes Barbosa
Militante dos Direitos Humanos
Proponente: Tereza Nelma

Alcira Bezerra da Silva Cavalcante
Servidora da Educação
Proponente: Guilherme Soares


Fonte: CÂMARA MUNICIPAL DE MACEIÓ / DIRETORIA DE COMUNICAÇÃO

terça-feira, 15 de março de 2016

Retrocesso?!

No próximo mês (24 a 29 de abril), a Secretaria de Direitos Humanos do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos realizará no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília, as etapas das Conferências Conjuntas de Direitos Humanos, seguindo os princípios da transversalidade, interdependência e indivisibilidade dos direitos humanos. Esse será o momento de rever as políticas públicas e mapear as propostas da sociedade civil. E um fato que terá repercussão nos debates, é o raio X da situação da população afro brasileira apresentado pela Organização das Nações Unidas (ONU) no Conselho de Direitos Humanos.

A relatora sobre Direito de Minorias da ONU, Rita Izak, participou de uma missão no Brasil em setembro do ano passado e suas análises apontam a perpetuação da democracia racial que contribuem para o fortalecimento do racismo. "Esse mito contribuiu para o falso argumento de que a marginalização dos afro brasileiros se dá por conta de classe social e da riqueza, e não por fatores raciais e discriminação institucional", constatou a relatora. 

A ONU afirma que apesar dos 20 anos de iniciativas para reduzir a disparidade vivida pelos negros na sociedade brasileira observa-se que houve "um fracasso em lidar com a discriminação enraizada, exclusão e pobreza enfrentadas por essas comunidades" e denuncia a "criminalização" da população negra no Brasil."

O documento destaca que "lamentavelmente, a pobreza no Brasil continua tendo uma cor." Das 16,2 milhões de pessoas vivendo em extrema pobreza no País, 70,8% deles são afro-brasileiros. Os salários médios dos negros no Brasil são 2,4 vezes mais baixos que o dos brancos e 80% dos analfabetos brasileiros são negros. Estima-se que 75% da população carcerária no Brasil seja de afro brasileiros. No Judiciário, apenas 15,7% dos juízes são negros e não existe nenhum atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF). Em relação aos níveis estarrecedores da violência, dos 56 mil homicídios no Brasil por ano, 30 mil envolveram pessoas de 15 a 29 anos, onde 77% eram garotos negros; e em 2013, 66% a mais de mulheres afro-brasileiras foram mortas, na comparação às mulheres brancas.

Infelizmente, os dados não surpreendem mais os pretos e pardos, que corresponde a 50,7% da população brasileira, de acordo com o Censo do IBGE de 2010. Porém, é preciso que as ações afirmativas sejam uma Política de Estado efetiva em todo território nacional para que tenhamos mudanças eficazes, afinal, estamos na Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024) com o tema “Povos Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento.” O objetivo é reforçar a cooperação nacional, regional e internacional em relação ao pleno aproveitamento dos direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos de pessoas de afrodescendentes, bem como sua participação plena e igualitária em todos os aspectos da sociedade. Acesse o site http://decada-afro-onu.org para mais informações.


Fonte: Coluna Axé – 382ª edição – Jornal Tribuna Independente (15 a 21/03/16) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

segunda-feira, 14 de março de 2016

Conepir-AL realiza debate sobre o mês da Consciência Negra



CONSELHO ESTADUAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL – CONEPIR
(Lei nº 7.448, de 20/2/2013, alterada pelo Decreto Nº 26.909, de 3/7/2013).
CONVITE

Debate sobre o Mês da Consciência Negra em Alagoas

         O Conselho Estadual de Promoção de Igualdade Racial – Conepir convida representantes das entidades étnico-raciais dos seguintes segmentos: quilombola, indígena, religião de matriz africana, grupos afro-culturais, capoeira e Ongs que atuam nas questões raciais, para participarem de uma reunião ampliada com o objetivo de refletir, debater e encaminhar propostas sobre o Mês da Consciência Negra, especialmente, o 20 de novembro.
Sua presença será importante nesta construção!

Data: 15 de março 2016
Hora: 08h30min as 13h00min
Local: Auditório da Secretaria de Defesa Social
Rua Zadir Índio, 213 – Centro - ao lado do Quartel Geral da Policia Militar de Alagoas.


Maceió, 09 de março de 2016

Valdice Gomes
Presidenta do Conepir
                                              (82) 98878-7484

terça-feira, 8 de março de 2016

Mulher e luta

No dia 8 de março é celebrado o Dia Internacional de Luta das Mulheres. Porém, o Movimento Nacional de Mulheres realiza durante todo o mês, em diversos locais, uma ampla programação sociopolítica: palestras, ciclo de debates, exibição de filmes e manifestações. 

Em Alagoas, a representação da Marcha Mundial das Mulheres convoca toda sociedade para participar hoje de um ato público “Mulheres em luta contra a violência, pela igualdade, liberdade e autonomia”, cuja concentração será às 8h na Praça Centenário em Maceió. No local, terá café da manhã para as mulheres, atividades culturais e caminhada até o Palácio do Governo República dos Palmares.

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal), por meio da Gerência de Qualidade de Vida no Trabalho (GQVT), da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho (Progep), também realiza hoje no auditório Nabuco Lopes (prédio da Reitoria em Maceió) o seminário com o tema central “Mulheres, Universidade e Diversidade: Violência Contra as Mulheres em Alagoas”. Serão discutidos os temas: “Mulheres e Cultura: Violência em Foco” sobre mulheres quilombolas, negras, a interculturalidade e a violência da mulher indígena; e “A Diversidade Nossa de Cada Dia” sobre mulher e saúde, maternidade em situação prisional, mulheres transexuais e deficientes. Amanhã (9), das 9h e às 14h, terá roda de conversa sobre Violência Obstétrica no Hospital Universitário (HU - 6º andar). E no dia 10, performance especial sobre Violência contra a Mulher no Restaurante Universitário (RU) no Campus A.C. Simões. 

Também no dia 09 de março, às 8h30, no Museu da Imagem e do Som de Alagoas (MISA), terá o seminário sobre “Empoderamento feminino através da cultura como geração de renda”, que é uma organização do Governo de Alagoas por meio da Secretaria de Estado de Cultura. 

Já o Sesc Alagoas promoverá várias ações em parceria com a Secretaria Estadual da Mulher e Direitos Humanos e as Secretárias Municipais de Saúde dos municípios de Maceió e Arapiraca. Serão ofertados testes de glicemia, aferição de peso, altura e pressão, serviços de beleza nas Unidades Sesc; orientações coletivas no Shopping Pátio Maceió; palestra sobre Saúde da Mulher com Idosas do TSI; Sessão Pipoca - Exibição de vídeos sobre temas relacionados à Mulher e atividades educativas para as funcionárias do Sesc; e no dia 28, seminário sobre Saúde, violência e protagonismo da mulher. 

Atividades alusivas à data não faltam, porém, não se trata de festa e sim momento de reflexão sobre as conquistas e desigualdades enfrentadas pelas mulheres independente de classe social, raça, crença e local onde mora. Não queremos só flores e bombons... e sim, respeito todo dia!


Mulher e publicidade
Em recente pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), intitulada “O Perfil de Consumo das Mulheres Brasileiras”, foi verificada que 64,8% das brasileiras entrevistadas admitem que já mudaram seus hábitos de compra por causa das redes sociais, ao acompanhar posts, dicas e comentários. Para 58,5% das entrevistadas, as propagandas não refletem suas atitudes e quem elas são; e as principais justificativas são: que elas são muito diferentes fisicamente das mulheres reais (59,6%); que elas se sentem incomodadas pela propaganda que as apresenta como objetos sexuais (32,1%); e que as mulheres são sempre mostradas como sendo felizes em famílias perfeitas, e isto não reflete a vida real (29,5%). E como gostariam de ser retratadas: mulheres guerreiras (49,2%); reais e sem o padrão de beleza inatingível dos filmes e da TV (46,6%); dinâmicas (33,0%); e independentes (32,7%). A amostra abrange 810 mulheres com idade igual ou superior a 18 anos, de todas as classes sociais em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.


Coluna Axé – 381ª edição – Jornal Tribuna Independente (08 a 14/03/16) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

quarta-feira, 2 de março de 2016

FUNAI recebe inscrições de Processo Seletivo para contratar e credenciar Estagiários

FUNAI recebe inscrições de Processo Seletivo para contratar e credenciar Estagiários
Por: Ynaiê Botelho (Jornalista)

 
A FUNAI - Fundação Nacional do Índio, divulgou nesta quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016, a realização de um novo Processo Seletivo.

Esta oportunidade objetiva o preenchimento de vagas, assim como a formação de cadastro reserva de Estagiários para as unidades do órgão.

Para participar é preciso estar matriculado e frequentando curso de nível Médio ou Superior, em instituições de ensino oficialmente reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

Há oportunidades para os cursos de Ensino Médio Regular; Administração; Agronomia; Análise de Sistemas; Antropologia; Arquitetura e Urbanismo; Arquivologia; Básico Interdisciplinar; Biblioteconomia; Ciência da Computação; Ciências Ambientais; Ciências Contábeis; Ciências Econômicas; Ciências Políticas; Ciências Sociais; Comunicação Social; Direito; Economia; Enfermagem; Engenharia Ambiental; Engenharia Civil; Engenharia de Agrimensura; Engenharia Florestal; Etnodesenvolvimento; Geodésia/ cartografia; Geografia; Gestão Ambiental; Gestão Pública; História; Jornalismo; Letras; Museologia; Nutrição; Pedagogia; Psicologia; Recursos Humanos; Secretariado Executivo; Serviço Social; Sistemas de Informação; Técnico em Administração; Técnico em Agricultura; Técnico em Agroecologia; Técnico em Agropecuária; Técnico em Arquivologia; Técnico em Contabilidade; Técnico em Desenho de Construção Civil; Técnico em Eletrotécnica; Técnico em Enfermagem; Técnico em Informática; Técnico em Meio Ambiente Integrado; Técnico em Recursos Humanos; Técnico em Secretariado; e Técnico em Segurança no Trabalho.

As vagas estão distribuídas entre os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins e também no Distrito Federal, nas coordenações regionais de Alto Purus - Rio Branco, Juruá - Cruzeiro do Sul, Frente de Proteção Etnoambiental Envira - Rio Branco, Coordenação regional Nordeste I - Maceió, Amapá e Norte do Pará - Macapá, Coordenação Técnica Local de Oiapoque, Coordenação Regional de Alto Solimões - Tabatinga, Rio Negro - São Gabriel da Cachoeira, Madeira - Humaitá, Manaus, Vale do Javari - Atalaia do Norte, Coordenação Técnica de Manacapuru, Coordenação Técnica de Maués, Frente de Proteção Etnoambiental Vale do Javari - Atalaia do Norte, Coordenação Regional Baixo São Francisco - Paulo Afonso, Sul da Bahia - Porto Seguro, Nordeste II - Fortaleza, Funai Sede - Brasília, Centro de Formação em Política Indígena - Sobradinho, Centro Audiovisual de Goiânia/ MI, Coordenação Técnica Local de Minaçu, Coordenação Regional de Cuiabá, Noroeste do Mato Grosso - Juína, Norte do Mato Grosso - Colíder, Ribeirão de Cascalheira, Xavante - Barra do Garças, Xingu- Canarana, Coordenação Técnica Local de Campinápolis, Comodoro, Confresa, General Carneiro, Rondonópolis, Santa Terezinha, Tangará da Serra, Coordenação Regional de Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Coordenação Técnica Local de Bonito, Coordenação Regional de Minas Gerais e Espírito Santo - Governador Valadares, Coordenação Técnica de Teófilo Otoni, Coordenação Regional Centro Leste do Pará - Altamira, Baixo Tocantins - Marabá, Tapajós - Itaituba, Coordenação Técnica Local de Redenção, João Pessoa, Guaíra, Nova Laranjeiras, São Jerônimo da Serra, Museu do Índio - Rio de Janeiro, Coordenação Regional de Passo Fundo, Coordenação Técnica Local de Nonoai, Tapejara, Coordenação Regional de Cacoal, Guajará-Mirim, Ji-Paraná, Boa Vista, Coordenação Regional Interior Sul - Chapecó, Coordenação Regional do Litoral Sul - São José, Litoral Sudeste - Itanhaém, Araguaia Tocantins - Palmas, Coordenação Técnica Local de Itacajá e Tocantinópolis.

As atividades dos novos Estagiários serão desempenhadas em jornadas semanais de 20h ou 30 horas, conforme o que for determinado para cada uma das vagas, e a bolsa varia de R$ 203,00 a R$ 520,00.
Os pedidos de participação devem ser efetuados gratuitamente pelo site www.superestagios.com.br a partir das 10h do dia 11 de fevereiro de 2016 até às 16h do dia 8 de março de 2016, considerando o horário oficial de Brasília - DF.

Os candidatos serão avaliados por meio de Prova on-line, e cada estudante terá 60 minutos para realizá-la. Após esse período, a prova será automaticamente finalizada e não serão computadas as questões não respondidas. A avaliação deve ser efetuada dentro do período de inscrições, já mencionado acima.
Esta seletiva tem validade de um ano, contado a partir da homologação do resultado, podendo ser prorrogado a critério da Funai. Veja mais informações no edital de abertura disponibilizado em nosso site.


Fonte: PCI Concursos

terça-feira, 1 de março de 2016

Quizumba

O Coletivo Quizumba fundado em 2008, é um grupo teatral oriundo do Estado de São Paulo, que encontra-se em turnê com o espetáculo Quizumba. Estreado em maio de 2011 no Quilombo Cafundó, em Salto de Pirapora (SP), passou por diversas cidades do interior de São Paulo e Goiana (GO); e ainda, participou do Festival Internacional de Teatro “A cena tá preta” no Teatro Vila Velha em Salvador (BA).

Em 2014, o grupo foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz e recebe o apoio do Ministério da Cultura. A segunda temporada iniciou em fevereiro, passou pelas cidades pernambucanas do Recife e Palmares, e agora, chega ao Estado de Alagoas. Com direção de Camila Andrade e dramaturgia de Tadeu Renato, conta com a produção Nordeste da Decanter Articulações Culturais, em parceria com as produtoras Diana Ramos, Iara Campos e Daniela Beny.

A história é inspirada no andamento de uma roda de capoeira, o espetáculo é um misto de jogo, canto, dança e teatro. No centro da roda dois meninos que estão (re)descobrindo o mundo. Mestre Benedito é quem rege esta brincadeira, utilizando-se de elementos plásticos e musicais. Dando cor e vida aos personagens, o mestre viaja no tempo narrando a história do menino Francisco, o Zumbi dos Palmares, para ensinar seu discípulo Pastinha como equilibrar covardia e valentia e enfrentar os desafios da vida.

O projeto Quizumba na Raiz contemplará os municípios alagoanos de União dos Palmares e Maceió, com a circulação do espetáculo, a realização de oficinas de compartilhamento do processo de criação e rodas de conversas com a equipe de criação. Nessa sexta-feira (04) às 16h, terá a apresentação na comunidade remanescente de quilombo Muquém - Zona Rural de União dos Palmares; no dia seguinte, das 9h30 às 11h30, terá a oficina no mesmo local. No dia 06 de março, às 16h, espetáculo no Centro Cultural Patacuri - Terreiro Aldeia dos Orixás (situado em frente à Praça Guedes de Miranda, Ponta Grossa). E no dia 07 de março, no Espaço Cultural da UFAL (Praça Sinimbu, Centro) terá a oficina das 9h30 às 11h30 e o espetáculo às 18h.

As atividades são gratuitas! Para participar da oficina é preciso se inscrever pelo email quizumbadialogospublicos@gmail.com; e para assistir ao espetáculo, deve-se chegar uma hora antes e retirar o ingresso no local. Acompanhe o grupo na rede social facebook.com/ColetivoQuizumba e pelo blog coletivoquizumba.blogspot.com.

Essa é uma ótima oportunidade de entretenimento, que valoriza o pertencimento étnico racial e promove a partilha de conhecimentos artísticos. Esperamos que outros espetáculos afros sejam produzidos e recebam o apoio necessário para divulgarem a cultura e história afrobrasileira! Axé!


Fonte: Coluna Axé – 380ª edição – Jornal Tribuna Independente (01 a 07/03/16) / COJIRAL-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com