segunda-feira, 27 de março de 2017

Quilombolas realizam o sonho de serem proprietários de lotes

 A comunidade faz parte do Programa Nacional de Crédito Fundiário, que em Alagoas é coordenado pelo Iteral


O Alto do Tamanduá no município de Poço das Trincheiras, no médio sertão de Alagoas, foi certificada como comunidade quilombola pela Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura em 19 de abril de 2005, e atualmente, vivencia uma grande conquista social e de valorização para a agricultura familiar. 

Apesar da intensa estiagem e as dificuldades financeiras, 30 famílias quilombolas credenciadas no Programa Nacional de Crédito Fundiário conseguiram quitar a dívida do crédito rural junto ao Banco do Nordeste e terão a titulação das terras. Em Alagoas, o programa é coordenado pelo Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral) que garante a assistência técnica e extensão rural, e ainda, realizou a mobilização “Inadimplência Zero” em todo o Estado com o repasse das orientações sobre a implementação da Lei Federal nº 13.340/2016, que possibilitou a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural com descontos de até 95%.

 

O presidente da associação dos quilombolas, José Maria Vieira da Silva, tinha medo de não conseguir quitar a dívida e todas as famílias serem prejudicadas. "As pessoas diziam que a gente não ia conseguir, que a gente ia perder tudo, eu tenho 11 filhos e vi a hora de perder o juízo. Se a gente perdesse esse pedaço de chão, a gente não teria onde morar, ia viver na beira da pista. A gente estava no fundo do poço, mas conseguimos pagar e resolver a nossa situação, e agora, vai mudar muita coisa nas nossas vidas".

Antes, viam umas pessoas aqui dizia o que a gente devia fazer e depois sumiam. E desde 2015, com a presença do Iteral mudou muita coisa, a gente passou a ter orientação técnica para plantar a palma, milho, feijão e até o algodão”, citou o tesoureiro da associação, Valdemir Júlio Viana.



O diretor-presidente do Iteral, Jaime Silva, parabenizou o grupo pela união e a nova conquista. "Vocês provaram que são homens e mulheres de bem, com muita determinação conseguiram cumprir com esse compromisso. Foi um grande avanço, ou vocês quitavam ou poderiam perder a terra. E agora, todos precisam ter as condições de trabalhar e podem continuar contando com o Governador Renan Filho e com o Iteral, porque o nosso dever é apoiar o pequeno agricultor e esperamos muito em breve levar a produção de vocês para as feiras agrárias", enalteceu o gestor durante a visita especial.

O Governo de Alagoas está preparando um convênio entre o Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas (Emater) e o Iteral para ampliar a assistência técnica no Estado de Alagoas, atendendo prioritariamente aos pequenos agricultores, quilombolas e indígenas, além de contribuir para o escoamento da produção agrícola nos municípios.



PNCF

O Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) foi criado em 2003, é complementar ao Plano Nacional de Reforma Agrária, sendo um instrumento de democratização ao acesso à terra, combate à pobreza rural e consolidação da agricultura familiar. É coordenado pela Secretaria de Reordenamento Agrário do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) e possui uma política de valorização às mulheres (PNCF Mulher), aos negros (Programa Terra Negra Brasil) e aos jovens de 18 a 28 anos (Programa Nossa Primeira Terra).


Fonte: Ascom Iteral

terça-feira, 21 de março de 2017

Águas de Oxalá

No dia 21 de março, celebra-se o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. 

E em Maceió, a data será celebrada em grande estilo com os lançamentos do documentário “Águas de Oxalá Caminhos de Transformação” e a exposição fotográfica “Didára Omi Oxalá – A Beleza das Águas de Oxalá”. O evento é uma realização do Núcleo de Cultura Afro Brasileira Iyá Ogun-té (Casa de Iemanjá Templo dos Orixás) e acontece hoje(21), no Centro Cultural Arte Pajuçara a partir das 20 horas.

A produção do documentário surgiu com o desejo de reverenciar a tradição e registrar as ações imateriais das Comunidades Tradicionais de Matriz Africana em Alagoas, em destaque a celebração “As Águas de Oxalá” também conhecida como Lavagem do Bonfim, onde utiliza a água como elemento transformador para a renovação das energias, sendo realizada sempre no segundo domingo de janeiro com uma caminhada contra a intolerância religiosa. A ação consolidada há 17 anos, conta com a participação efetiva das casas de axé da capital e do interior, com caravanas de diversos municípios do Estado, além da participação de ativistas do Movimento Negro, pesquisadores e integrantes de grupos afroculturais.

O roteiro segue três eixos: as ações tradicionais dos saberes e fazeres; as ações políticas e de articulação; e as ações sociais – apresentando os envolvidos como agentes ativos, que atuam de forma protagonista nas construção de uma sociedade igualitária. O DVD é o resultado do edital nacional prêmio Culturas Afro Brasileira realizado pela Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura em 2014, e a distribuição será gratuita.

Keyler Simões, jornalista e produtor cultural divide a direção com o gestor cultural Amaurício de Jesus e Célio Rodrigues, historiador e Babalorixá. A realização é do Núcleo de Cultura Afro Brasileira Iyá Ogun-té (Casa de Iemanjá Templo dos Orixás), com apoio cultural da Rede Alagoana de Comunidades Tradicionais, Prefeitura de Maceió através da Fundação Municipal de Ação Cultural – FMAC, Centro Cultural Arte Pajuçara e Assessoria de Comunicação de Keka Rabelo. O evento é gratuito e de classificação livre.
    

Exposição
A Exposição “Didára Omi Oxalá” A Beleza das Águas de Oxalá é o resultado da parceria constituída entre as comunidades tradicionais e fotógrafos da cidade de Maceió. Em destaque a temática étnicorracial, momentos únicos vivenciados durante o cortejo cultural da Lavagem do Bonfim. Ao todo, são 27 imagens capturadas pelos fotógrafos: Jorge Vieira, Alberto Lima, Alexandre Carvalho, Arthur Celso, Cláudia Leite, Luna Gavazza, Thiago Sobral, Wagner Mendes e Cristiano Kriko. Prestigie!


Fonte: Coluna Axé – 434ª edição – Jornal Tribuna Independente (21 a 27/03/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Crédito da foto: Amaurício de Jesus

terça-feira, 14 de março de 2017

Conepir/AL - representações

Nessa segunda-feira(13), na Casa dos Conselhos em Maceió ocorreu a escolha das instituições da sociedade civil inscritas, que apresentaram a documentação exigida e ficaram aptas paras a eleição do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Conepir), conforme publicação no Diário Oficial nos dias 31/01 (pag. 34) e 02/02 (páginas 23 e 24).

Para garantir a lisura do processo eleitoral, a urna foi devidamente lacrada; ocorreu a exigência de ofício com os dados do representante-votante e assinatura da lista de presença, com o acompanhamento de integrantes do Gabiente Civil, e a fiscalização do Ministério Público Estadual, sendo representado pelo sociólogo e Assessor de Feitos Jurídicos, Leandro Rosa.

O Conepir é um órgão colegiado paritário, com 13 representantes da sociedade civil e 13 de órgãos governamentais, de caráter deliberativo, que integra a estrutura básica da Secretaria da Mulher e dos Direitos Humanos. Os membros titulares e respectivos suplentes têm a missão de propor, em âmbito estadual, políticas públicas para a promoção da igualdade racial, combate do racismo e fortalecimento dos segmentos étnicos-raciais.

As representações da sociedade civil, eleitas para o período 2017-2019, são: Capoeira: Federação de Capoeira do Estado de Alagoas (FECEAL); Indígenas: Associação Indígena da Aldeia Wassu Cocal (Joaquim Gomes/AL) e Comitê Inter-Tribal de Mulheres (Palmeira dos Índios/AL); Quilombolas: Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas Ganga-Zumba e Associação de Desenvolvimento da Comunidade Remanescente de Quilombo Carrasco (Arapiraca/AL); Ciganos: Comunidade Cigana Vila Matias (Penedo/AL); Comunidades Religiosas de Matriz Africana: Entidade Religiosa Ilê Nifé Omi Omo Posú Betá e a Federação Zeladora das Religiões Tradicionais Afro Brasileiras de Alagoas (Fretab).

Dentre as entidades que trabalham a promoção da igualdade racial e Direitos Humanos, foram eleitas: Central Única dos Trabalhadores (CUT), Centro de Cultura e Estudos Énicos Anajô (APNs/AL), Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (COJIRA/Sindjornal), Grupo União Espírita Santa Barbara (GUESB) e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (SINTEAL).


Fonte: Coluna Axé – 433ª edição – Jornal Tribuna Independente (14 a 20/03/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

terça-feira, 7 de março de 2017

Semana da mulher

No dia 08 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher, uma data emblemática para a reflexão sobre a luta por igualdade de direitos, respeito e combate a todo tipo de violência.

Nessa quarta-feira a partir das 8h na Praça Sinimbu em Maceió, terá a concentração para o ato público “Por Todas Elas - Nenhum Direito a Menos!”, com caminhada até o calçadão do comércio e reflexão sobre a Reforma de Previdência, que ameaça à saúde pública, a política de assistência social, valida as diversas formas de opressão e a desigualdade de gênero, tudo isso, associado ao risco de perder o direito à aposentadoria. Diante disso, foram convocadas as mulheres do campo, da cidade, trabalhadoras rurais, negras, jovens, lésbicas, transexuais, professoras, domésticas, movimentos feministas, sociais, sindicais, universidades, estudantes e outras organizações de Alagoas para esse movimento.

No dia 13 a partir de 9h, terá a audiência pública na Assembleia Legislativa com o tema “Rede de Atenção à Mulher, Negritude e Invisibilidade”. E às 9h30, no plenário da Câmara Municipal de Maceió, a sessão solene para a entrega da Comenda Deputada Selma Bandeira, que é conferida a personalidades, entidades e instituições nacionais que se dedicam ao fim da violência e na defesa dos direitos humanos. 

No dia 16, o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher (CEDIM) e a Comissão de Justiça e Inclusão Social farão uma visita na Casa de Detenção Feminina Santa Luzia para desenvolver ações na área da saúde, reestruturação da biblioteca com livros doados e discussão de casos que ainda não foram julgados. No dia 30, terá o evento Fala Preta sobre o enfrentamento do racismo; além da homenagem para dez mulheres com a Comenda Nise da Silveira no Centro de Convenções.

Já a Secretaria Estadual da Mulher e Direitos Humanos fará uma ampla programação na capital alagoana e em 60 municípios alagoanos com palestras, caminhadas, encontros, blitz, audiências públicas, seminário com a participação da Secretaria Nacional de Políticas para a Mulher e assinaturas de termos de parcerias com municípios alagoanos, tendo como foco o combate à violência contra a mulher e o empoderamento feminino. 

Outras atividades importantes são: a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL) encontra-se com a campanha "Fapeal com Elas" para destacar o trabalho de mulheres pesquisadoras. A Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) está lançando a Comissão Nacional de Mulheres Jornalistas, com representação de 17 sindicatos filiados, para ampliar a discussão sobre a diversidade de gênero e atuação no movimento sindical. As ações são variadas, ocorrem em todo o território nacional e contribuem para o empoderamento e autoestima!


Fonte: Coluna Axé – 432ª edição – Jornal Tribuna Independente (07 a 13/03/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

Versão digital da Coluna Axé: https://issuu.com/tribunahoje/docs/ed070317 

domingo, 5 de março de 2017

Relançamento do livro "O Genocídio do negro brasileiro"



Augusto Boal e Abdias Nascimento eram grandes amigos e tinham em comum o engajamento artístico e político contra as opressões.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Patrimônio histórico, cultural e social

A Serra da Barriga localizada no município de União dos Palmares, zona da mata alagoana, foi a sede administrativa do Quilombo dos Palmares – “república negra” que possuiu uma organização sócio-política-militar, com mais de 10 mocambos (esconderijos) estratégicos distribuídos na zona da mata, entre os estados de Alagoas e Pernambuco, ocupou uma área de aproximadamente 200km² e resistiu por aproximadamente 100 anos, chegou a ter uma população superior a 20.000 habitantes formada por escravos fugidos, indígenas e brancos empobrecidos.

Atualmente, a Serra da Barriga é considerada um templo sagrado, símbolo da liberdade e da resistência negra, além de ser o palco de grandes homenagens à luta por igualdade racial e contra o racismo. Desde novembro de 1986 foi inscrita no Livro de Tombamento Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, e ainda, foi reconhecida como Monumento Nacional no ano 1988, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

E agora, pode se tornar Patrimônio Cultural do Mercosul, já que, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) estar sendo produzido um dossiê, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Fundação Cultural Palmares, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), instituições públicas e sociedade civil. 

O documento será entregue em março para avaliação da Comissão de Patrimônio Cultural do bloco econômico, e a candidatura será inserida na proposta “La Geografía del Cimarronaje: Cumbes, Quilombos y Palenques del MERCOSUR”, concorrendo com outros juntamente com Colômbia, Equador e Venezuela, que também apresentaram sítios de interesse para a valoração da contribuição africana no continente sul-americano.

Outra notícia positiva, mencionada no início desse mês, foi a pavimentação do acesso à Serra da Barriga que foi confirmada pela Secretaria de Transporte e Desenvolvimento Urbano e a expectativa é que a obra seja finalmente concluída e inaugurada no dia 20 de novembro, durante as comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares.

Já passou da hora desse local ter o devido reconhecimento do Poder Público e sociedade. Trata-se de um marco para o Estado de Alagoas e também fortalecerá o turismo étnico na região dos quilombos, além de ser mais um mecanismo na América Latina para a valorização do pertencimento étnico.


Fonte: Coluna Axé – 431ª edição – Jornal Tribuna Independente (21 a 27/02/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Indígenas confirmam presença nas prévias carnavalescas de Maceió

Povos Xucurus Cariris, de Alagoas, e Xavantes, do Mato Grosso, desfilam neste sábado (18), no Bloco do Bicentenário 


 
Indígenas confirmam presença nas prévias carnavalescas de Maceió
Graciliana Wakaña afirma que a interação entre os povos promove a respeitabilidade das diferenças (Foto: Agência Alagoas) 








 
Texto de Tais Albino
No ano em que se comera o bicentenário da emancipação política de Alagoas, as prévias carnavalescas de Maceió contarão com uma atração à parte. Pela primeira vez, povos indígenas vão participar dos festejos. Entre jovens e anciãos, são cerca de 30 pessoas que participarão do ‘Bloco do Bicentenário’, neste sábado (18), na orla da Pajuçara.

Oriundos de Palmeira dos Índios, os Xucurus Cariris vão celebrar os festejos carnavalescos, junto aos foliões tradicionais, trazendo interculturalidade ao Carnaval do Bicentenário. Além dos povos indígenas do Estado, os Xavantes, do Mato Grosso, também estarão presentes.

Graciliana Wakaña, do Comitê Intertribal de Mulheres Indígenas do Nordeste e conselheira estadual da Promoção da Igualdade Racial, explica a importância da representatividade do ato para os povos indígenas.

“Quando passamos essa ideia para o cacique, ele ficou espantado, assim como a maioria dos anciãos. Não é comum nos proporem uma interação assim. Precisamos louvar o apoio do Governo de Alagoas nesse sentido, e dos próprios indígenas por aceitarem. Não é normal os índios participarem do Carnaval”, disse a conselheira.

A ideia surgiu durante as conversações da Comissão Mista do Bicentenário, que foi instituída para realizar estudos e propor ao Governo do Estado ações para a programação dos 200 anos de emancipação. Para Graciliana Wakaña, a interação promove a respeitabilidade das diferenças.

“A intenção é promover o intercâmbio de experiências nesse momento festivo que só o Carnaval trás, e o bicentenário tá envolvendo todos os povos e raízes alagoanas; não só os indígenas, mas os negros também”, disse a representante.
Fonte: Ascom/Secult

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Roda de Diálogos: "Leituras Contemporâneas sobre Imaginário, Sociedade, Racismo e Empreendedorismo"

Por: Arísia Barros

Dia 21 de fevereiro, das 9 às 13 horas, o Instituto Raízes de Áfricas, com apoio do governo do estado de Alagoas promove a Roda de Diálogos: "Leituras Contemporâneas sobre Imaginário, Sociedade, Racismo e Empreendedorismo", das 9 às 13h, na Sala dos Conselhos do Palácio República dos Palmares, em Maceió, AL.

Com uma programação diversificada a Roda tem como objetivo propiciar a escuta e troca de experiências, redefinindo e redimensionando a questão racial na sociedade, dando-lhe uma dimensão e interpretação políticas, consubstanciando o debate racial com foco na  abordagem da  sustentabilidade social, econômica, cultural e espacial.

Na abertura da atividade teremos a militante jovem negra, Mirian Soares realizando uma performance afro-poética-artística, como também a exibição de depoimentos do Documentário Abayomi, idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas e produzido pela TVE Alagoas, que serão comentados por Arísia Barros, Fernanda Monteiro e Mirian Soares.

O convidado que vem de fora é Giovanni Harvey, consultor em Políticas Públicas, Programas e Projetos de Ações Afirmativas, diretor da Incubadora Afro Brasileira e ex-secretário Executivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República.

Programação

9h- Abertura da Roda de Diálogos

9h20- Apresentação afro-artística: Eu, poemando- Mirian Sousa- ativista da juventude negra, em Alagoas.

9h30- Exibição do Documentário Abayomi- (Instituto Raízes de Áfricas - TV Educativa-AL)

Múltiplos diálogos sobre racismo, com Arísia Barros, alagoana, faz o exercício cotidiano do ativismo social preto-político, nas Alagoas de Palmares e Fernanda Monteiro, presidente PMDB Afro Alagoas.

-Apresentando  Abayomi, a boneca

10h30- Roda de Diálogos: Leituras Contemporâneas sobre  Imaginário, Sociedade, Racismo e Empreendedorismo-

Giovanni Harvey- consultor em Políticas Públicas, Programas e Projetos de Ações Afirmativas, diretor da Incubadora Afro Brasileira e ex-secretário Executivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República.

11h30- Diálogo ampliado

13h30- Lanche/Encerramento

Para se inscrever basta enviar um e-mail, com nome, instituição, contato para raizesdeafricas@gmail.com, ou arisia.barros@gmail.com

Inscreva-se logo, pois as vagas são limitadas.

Haverá certificação.

Mais informações: (82) 3231-4201-98827-3656


Fonte: Blog - Raízes de África