terça-feira, 15 de agosto de 2017

Thallita canta Gonzaga

O Espetáculo “Thallita canta Gonzaga” é uma iniciativa do Projeto Thalita, que reúne no palco música, teatro e muita emoção. 

Com duração de aproximadamente 1h, o espetáculo possui aproximadamente 60 artistas, crianças do projeto e convidados, que despertam uma viagem à cultura nordestina e ainda homenageia o Rei do Baião Luiz Gonzaga.

Serão interpretadas nove canções: Vida de Viajante, Luar do Sertão, Xote das Meninas, Xote Ecológico, Que nem jiló, ABC do Sertão, Asa Branca, Rei Bantu e Ave Maria Sertaneja.

A primeira apresentação será nessa quinta-feira, 17 de agosto, no Teatro Deodoro em Maceió, a partir das 19hs e o ingresso é apenas 1kg de alimento não perecível. O ciclo de apresentações continuará no dia 22 de setembro no Sesc Centro; 06 de outubro, no Teatro Linda Mascarenhas; e 28 de outubro no Sesc Poço.

O projeto Thalita pertence à “Associação Esperança e Vida” é uma organização não governamental com finalidade jurídica o desenvolvimento de ações socioeducativas e culturais. Fundada no dia 9 de março de 1996 possui atualmente 150 famílias assistidas com várias ações, dentre elas: oficinas de canto, flauta doce, teatro, reforço educacional, informática, cursos profissionalizantes, formação e apoio psicológico à família e comunidade; além da realização de palestras a exemplo dos direitos da crianças e combate da exploração infantil, atividades de recreação, visita a museus e ao parque municipal ecológico.

A instituição está localizada na Av. Djalma Fragoso de Alencar, 15, Petropolis, Maceió. Contato: (82) 3328-9333 / projetothallita@ibest.com.br. Prestigie!


Fonte: Coluna Axé – 454ª edição – Jornal Tribuna Independente (15 a 21/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Tambor Falante une representantes religiosos para dialogarem sobre intolerância

O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô realizará mais uma edição do Projeto TAMBOR FALANTE que desta vez fará uma abordagem sobre a “Intolerância Religiosa e Preconceitos Correlatos”

O encontro acontecerá neste sábado(12/08), às 15h, na sede do grupo Capoeira Tradição, localizada na Rua São Francisco, 31, bairro do Ouro Preto, em Maceió. Para ampliar o debate, o evento terá a participação dos facilitadores Pastor Wellington Santos (Igreja Batista do Pinheiro) e o Babalorixá Célio Rodrigues (Casa de Iemanjá). No encerramento, terá apresentação artística do Coletivo Maracatod@s.

Com entrada franca, o encontro visa trabalhar as questões do pertencimento étnico racial e reúne ativistas dos segmentos afros, integrantes de grupos artísticos, produtores culturais, lideranças de movimentos sociais, povos tradicionais, religiosos de matrizes africanas, pesquisadores, estudantes e simpatizantes da causa.

O projeto –“TAMBOR FALANTE: Refletindo, Debatendo e Transformando Realidades” foi selecionado no Prêmio Eris Maximiniano 2015, na categoria Cultura Afrobrasileira, uma realização da Prefeitura de Maceió por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural (Fmac).Tem como proposta realizar cinco (5) encontros de formação/debates utilizando os aspectos culturais na formação sociopolítica da população afrodescendente e desencadeando a produção de um livro e DVD sobre os temas discutidos.

O Anajô é uma organização não-governamental fundada em dezembro de 2005, vinculada aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), instituição nacional do Movimento Negro que encontra-se presente em 14 estados brasileiros. Promove atividades de formação sobre a história do Quilombo dos Palmares; pertencimento étnico; conjuntura sociopolítica da população afro-brasileira; ações de combate ao racismo e preconceitos correlatos.


SERVIÇO:
Tambor Falante sobre “Intolerância Religiosa e Preconceitos Correlatos”.
Dia: 12/08/2017 (sábado)
Hora: 15h
Local: Sede do Grupo Capoeira Tradição.
Rua São Francisco, 31, bairro do Ouro Preto, em Maceió.
Contatos: (82) 98894-5962 / 99809-1015
ENTRADA FRANCA!


Fonte: Ascom/Anajô

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Meados de Agosto 2017

O Quilombo Lunga – Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos Passagem do Vigário e Poços do Lunga – realiza mais uma edição da tradicional Festa Meados de Agosto no município de Taquarana, que ocorre há 200 anos. 

O evento é considerado a maior expressão festiva de resistência e fé das comunidades quilombolas em Alagoas. Tem como público alvo as comunidades quilombolas do Agreste Alagoano: Lagoa do Coxo, Mameluco, Passagem do Vigário e Poços do Lunga (Taquarana); Serra Verde (Igaci); Tabacaria (Palmeira dos Índios); Carrasco e Pau D’Arco (Arapiraca); Serra dos Banga (Belém); além de moradores dos sítios circunvizinhos, estudantes, pesquisadores e ativistas de movimentos sociais. 

A programação foi iniciada nessa segunda-feira(07.08) e segue até o dia 15. Serão realizadas oficinas de coco de roda, “Redução de Danos com a Comunidade/ Trabalhadores da Equipe de Saúde da Família”, cordel, Percussão, bumba meu boi e grafite. Na sexta-feira(11), a partir das 14h terá o Cine Pipoca SESC na comunidade, que ocorrerá na Escola Tenente Tenório – Comunidade Remanescente de Quilombo Poços do Lunga/Taquarana. Já as rodas de diálogos abordarão os temas: “Mulheres pela Democracia”; “Juventude, Cultura e Resistência” e “A mulher negra do campo e a retirada de Direitos”. 

O Ritual Religioso no Rio Lunga da grande festa será no dia 15 a partir das 6h, e ao meio dia, terá a Procissão da Santa Nossa Senhora do Perpétuo Socorro no Quilombo Poços do Lunga; e às 14h serão iniciadas as apresentações de várias expressões culturais: grupos folclóricos, afroculturais, capoeira, maracatu, hip hop, samba e reggae. Trata-se de uma grande celebração; um misto de cantos, dança, saberes e fé em sinal de agradecimento aos frutos da colheita de subsistência. 

Mais informações: (82) 99632-6584 / 98200-9392 / 98849-2085.


Fonte: Coluna Axé – 453ª edição – Jornal Tribuna Independente (08 a 14/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Quilombos ameaçados

Em agosto, o futuro de milhões de quilombolas será decidido no Supremo Tribunal Federal (STF). 

Desde 2004, o Partido Democratas (DEM) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no STF, questionando o decreto 4887/2003 que regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias”. 

Essas comunidades são grupos étnico-raciais, segundo critérios de auto-atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida. Lembrando que cabe ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a regulamentação dos procedimentos administrativos para identificação, medição e demarcação das terras. E a Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura deverá instruir o processo para fins de registro ou tombamento e zelar pelo acautelamento e preservação do patrimônio cultural brasileiro. 

O julgamento será retomado no dia 16 de agosto e essa será a terceira vez que o direito constitucional quilombola estará em pauta; a primeira vez foi em 2012, com o voto do Ministro Cesar Peluso pela inconstitucionalidade do decreto; e a segunda, em 2015, com o voto pela constitucionalidade da Ministra Rosa Weber; e agora, retornará com o voto do Ministro Dias Tóffoli. Caso seja aprovado, os quilombos já titulados no país podem ser anulados e novas titulações não serão possíveis sem o decreto. Atualmente, mais de 6 mil comunidades ainda aguardam o reconhecimento e lutam pela efetivação de políticas públicas em seus territórios. 

Buscando conscientizar a população brasileira sobre esse retrocesso e desvalorização das comunidades quilombolas; além de combater o racismo e a concentração fundiária no país; a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) encontra-se com uma mobilização para arrecadar assinaturas na petição online: https://peticoes.socioambiental.org/nenhum-quilombo-a-menos. 

O Brasil é quilombola! Nenhum quilombo a menos!



Fonte: Coluna Axé – 452ª edição – Jornal Tribuna Independente (01 a 07/08/17) / Cojira-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Sintufal realiza evento sobre saúde da mulher negra


Quintas no Poço homenageia baianidade de Daniela Mercury

Toda última quinta-feira do mês há espaço para mais uma opção de entretenimento, ao som de repertórios que são referência para a música brasileira. O Quintas no Poço traz artistas alagoanos para homenagens a ritmos e grandes nomes da música, com entrada franca.

No mês de julho, o projeto será realizado no dia 27/07, às 19h30, na Unidade Sesc Poço, e apresentará um pouco da baianidade da cantora Daniela Mercury, na voz de Naná Martins. A intérprete traz ao palco a ginga e canções do repertório de uma das mais consagradas artistas brasileiras.

Naná Martins apresenta um pouco do universo musical contagiante através de composições da aclamada cantora e compositora baiana Daniela Mercury. Suas músicas embalam gerações, como “O Canto da Cidade”, percursor do movimento samba-reggae, logo chamado de "axé music", ganhou força em todas as regiões do país e permitindo que outros artistas do gênero tivessem destaque no cenário musical brasileiro. O repertório do "furacão da Bahia" e "rainha do axé", que conquistou públicos de todo o mundo, poderá ser conferido pelo público nesta homenagem.

Sobre Naná Martins
Natural de Alagoas e com fortes raízes africanas, aprendeu desde criança a trazer cultura afro em sua performance. Em seis anos de carreira vem ampliando experiências de palco no cenário Alagoano, a exemplo da abertura de shows de cantores como o baiano Saulo Fernandes (2013), Martinho da Vila (2013), Fundo de Quintal (2014), Mart'nália (2015) e Daniela Mercury (2016). O batuque forte dos tambores na sua música é fruto da atuação nos grupos de percussão afro: Coletivo AfroCaeté desde 2011 e Grupo de Formação e Inclusão Social Inaê desde a sua fundação em 2003. Apresenta ainda influência de um dos fortes ritmos brasileiros, o Axé.

SERVIÇO
Projeto Quintas no Poço
Naná Martins homenageia Daniela Mercury
Local: Unidade Sesc Poço
Data: 27/07/2017
Horário: 19h30
Entrada franca
 
 
Fonte: Ascom/Sesc-AL